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riscos_e_rabiscos

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Quando o Amor Incomoda...

 

Não resisti a colocar aqui este texto que me foi enviado por mail, e que me fez lembrar uma situação que aconteceu comigo e que eu relatei no post intitulado Sexo Selvagem (ou em amaricanu wailde sekesse).

Divirtam-se!

Caros vizinhos,

 

 Lamento referir-me a um assunto tão íntimo vosso, mas é por este acabar por não ser realmente privado, que vos alerto.

Todos gostamos de dar uma boa queca, é natural. Todavia é importante ter consciência se o condomínio “assiste” a acto tão privado. E assiste. Não visualmente, óbvio, mas a barulheira que é feita no árduo desempenho do acto, certamente “acorda” os mortos do cemitério à nossa beira.

Confesso que os gemidos femininos até nem incomodam, ouvem-se baixinho e transmitem uma sensualidade que é naturalmente agradável, mas quanto ao resto, o caso muda de figura.

Os barulhos do mobiliário a arrastar, as pancadas ritmadas na parede espalham-se pela estrutura do edifício. Não é preciso ser engenheiro ou licenciado em engenharia para perceber que os ruídos e as vibrações estruturais são os mais difíceis de isolar e os mais incomodativos.

Portanto, ou compram uma cama nova, ou f**** no chão!

Não me f**** é a mim.

 

 

Boas f****.

 

 

 

                   A vizinha de baixo!

 

 

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